Na edição passada a BioMithus S/A esclarece a evidência de Dodos na Estação Experimental Barreiro do Soita (Ari Cavalca), mas de acordo com fontes do Laboratório de Aurora do Iguaçu-PR, o Dr. Trinkel, que encontra-se em meio a mata estudando outra espécie que surgiu no local, declarou através de seu acessor que os dodos estão novamente sumindo do local, apesar da espécie ainda não correr novamente risco de extinção. Contudo o principal motivo é a nova espécie que Trinkel está pesquisando.
Essa nova espécie não é originária do local, pois descobriu-se que tal espécie é endêmica de um local chamado Yun-Kio Chin, uma província ao norte da China famosa pela culinária do Giuokiun Yuntsi, ou seja, sovaco de baiacu ao molho tártaro. Essa espécie migrou até aqui através de túneis subterrâneos, mas acabaram ao longo do tempo sofrendo mutações genéticas, o que levou a alterações quanto à forma e hábito alimentar, ou seja, é praticamente outra espécie, na qual é classificada como Lambari-de-tanga-amarelo, jovem, fêmea.
Essa espécie se alimenta somente de dodôs, pois são presas fáceis para o lambari. Vivem no banhado, local propício para os lambaris, onde podem caçar e acasalar-se. Eles são animais um tanto quanto ágeis e fortes, difíceis de ser capturados. Segundo o Dr. Trinkel, foi preciso contratar um pescador da província chinesa que consegue atrair tais animais para perto de si usando apenas bolhas de ar insufladas de gás, as quais promovem flutuabilidade ao pescador atraindo assim os animais possibilitando sua captura.
De acordo com Trinkel, sua vocalização assemelha-se ao rugido de um leão, que pode ser ouvido até mesmo fora d’água, e segundo ele é extremamente assustador. Os lambaris não possuem dentes, mas sua mandíbula é capaz de arrancar dilacerar um dodô, e com certeza é um dos ataques mais vorazes da natureza. Tem olhos grandes e vermelhos que proporcionam ampla visão, mesmo em locais aonde a luz não chega. É um animal de aparência e cheiro nada agradáveis, o que lembra muito um chiqueiro.
De acordo com seus diagnósticos, Dr. Erick Gonçalves e sua equipe fizeram análises da espécie em laboratório, e concluíram que ela possui peculariedades que só há nessa espécie. Com base nisso foi feita a dissecação do individuo com intuito de entender um pouco mais de sua ecologia.
Embora isso nos alerte sobre tal situação, deve-se ter um pouco mais de cautela, pois o nicho ecológico tende a se manter estável graças à outra espécie endêmica do local, essa um tanto quanto misteriosa. Só se sabe que é chamado de Pirarucu-matino.

Foto do Lambari-de-tanga-amarelo, junto com a equipe do Dr. Erick Gonçalves.

Foto do Pescador, Yoki-Jun Tsu, no momento da captura.