sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Nova espécie!

Caros Leitores.
A equipe BioMithus S/A, apresenta uma nova descoberta e, é claro, conta novamente com a ajuda do renomado Dougal Dixon, que auxiliou a equipe liderada pelo Dr. Erick Gonçalves Castro, que num momento de incrível percepção, avistou esta magnifíca espécie. Trata-se, nada mais, nada menos, de uma espécie completamente hostil e predadora, que surgiu após uma chuva ácida que aconteceu por volta da semana passada no local. A chuva durou cerca de 15 min e foi capaz de modificar algumas espécies de grande importância ecológica.
Aconteceu que, uma espécie surgiu em uma forma completamente estranha para os olhos dos pesquisadores e seu comportamento de certa forma, os assustou, relata Dr. Erick Gonçalves. Trata-se de um Cangucego-angolês, um canguru com cabeça de morcego angolês, só que de tamanho absurdamente grande, que alimenta-se de tudo que se movimenta e anda somente em bandos. Durante a pesquisa, a BioMithus S/A sofreu grandes baixas na sua equipe. Morreram 7 cães que auxiliavam a equipe na busca do temido Pirarucu-Matino, e por uma queda do destino acabaram falecendo. Porém, todo sacrifício tem seu motivo, essa espécie pode ser a única que preda o pirarucu-matino, porém não existe nada comprovado, então só se tem a estudar mais a espécie.



Ilustração de Dougal Dixon.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Informativo 01

É com grande satisfação que a Equipe da BioMithus S/A vem perante a esta revista informar que tem trabalhado em pesquisas de grande importância para a ciência. E por isso não vem publicando novos artigos e também pede humildemente desculpas aos caros eleitores. Em breve terá uma publicação não cientifica e sim histórica, pois iremos dizer toda a história da Estação Experimental Barreiro do Soita.
Grato.

terça-feira, 19 de agosto de 2008



Sem dúvida nenhuma que a equipe da BioMithus S/A vem desenvolvendo um trabalho de grande importância em todas as áreas do meio ambiente, e essa edição não poderia deixar de ser tão surpreendente quanto as outras já feitas aqui.
Trata-se de uma espécie de pássaro que é migratória de países como a Indonésia, são de hábito noturno, por isso sua difícil visualização durante o dia e também a noite. Essa espécie foi vista pela primeira vez por pescadores da Indonésia numa ilha próxima, porém não foi levado a sério tal conto por eles contado, pois não eram bem vistos na sociedade local.
A espécie chega a Aurora do Iguaçu-PR, uma vez por ano, somente em sua época de reprodução, seus ninhos são feitos no chão em supostas "tocas", essas não feitas por elas e sim por tatus do local. Não oferecem risco algum para as espécies locais, pois sua principal fonte de alimentação são peixes de água doce, então por isso ficam sem se alimentar durante 3 meses por ano. São capazes de voar centenas de quilometros sem bater as asas, pois tem de certa maneira uma estrutura totalmente apta para plainar durante centenas de quilometros, e é extremamente ágil durante o vôo. No período em que está na estação, coloca cerca de 15 ovos no ninho, mas somente um consegue chegar a fase adulta, pois já preda outros irmãos, assim se seleciona o mais forte e pronto para o risco.
Principal predador da espécie é o indomável Pirarucu-Matino, já citado em edição anterior, porém sem relatório do mesmo.
Tal espécie foi descrita como sendo Quero-Quero de Asa Dupla e Cauda Simples Azul Anis.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Pé-de-passaí


Em trabalho recente, pesquisadores da divisão de botânica da Estação Experimental Barreiro do Soita, Aurora do Iguaçu-PR, catalogaram uma nova espécie de planta carnívora. Extremamente perigosa, o pé-de-passaí captura suas presas de forma sagaz e violenta, de modo que seus ataques sejam fulminantes. Da classe das dionéias, ela se alimenta, quando jovem, de insetos, pequenos roedores, rãs, pequenas aves como, por exemplo, filhotes de dodôs, e outros animais deste porte, que cruzam seu caminho sem se dar conta do perigo que correm. As adultas, que podem chegar a 1,65 m, são capazes de devorar animais maiores, como uma capivara ou até mesmo um veado.
Algumas características encontradas nessa espécie propõem a ela a classificação de espécie única e endêmica da estação. Uma dessas características é a capacidade de se deslocar por meio de suas raízes e galhos lançados no substrato que, após fixados se contraem, promovendo deslocamento por rastejamento. Essas raízes e galhos, específicos para isso, atuam como apêndices locomotores e entram em ação após estímulo das presas que se aproximam, ou quando se faz necessária a mudança para um local mais favorável à sua homeostase. Outra característica é a preferência pela dieta alimentar de filhotes de dodôs que, conforme publicado em edição anterior, também são endêmicos desse local.
Estudos mais aprofundados já estão sendo realizados, mas os pesquisadores podem afirmar que essas adaptações do pé-de-passaí foram frutos de evoluções adaptativas devido ao ambiente que apresentou-se outrora hostil e devido a intensa competitividade por alimento que levou ao declínio de muitas espécies bases de cadeia alimentar há milhares de anos.
A pesquisadora responsável pela divisão de botânica, Dra. Manuela Arenas Schuchowsky declarou que a descrição da nova descoberta será publicada nesta semana com exclusividade na Biomithus S/A.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Para satisfação dos leitores.


Você pediu, nós atendemos.
Agora comentar em nosso blog ficou mais rápido e fácil!
Menos burocracia, exigência e tempo perdido. É só clicar e comentar.
Aproveitem!

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Lambari-de-tanga-amarelo, uma nova ameaça?

Na edição passada a BioMithus S/A esclarece a evidência de Dodos na Estação Experimental Barreiro do Soita (Ari Cavalca), mas de acordo com fontes do Laboratório de Aurora do Iguaçu-PR, o Dr. Trinkel, que encontra-se em meio a mata estudando outra espécie que surgiu no local, declarou através de seu acessor que os dodos estão novamente sumindo do local, apesar da espécie ainda não correr novamente risco de extinção. Contudo o principal motivo é a nova espécie que Trinkel está pesquisando.
Essa nova espécie não é originária do local, pois descobriu-se que tal espécie é endêmica de um local chamado Yun-Kio Chin, uma província ao norte da China famosa pela culinária do Giuokiun Yuntsi, ou seja, sovaco de baiacu ao molho tártaro. Essa espécie migrou até aqui através de túneis subterrâneos, mas acabaram ao longo do tempo sofrendo mutações genéticas, o que levou a alterações quanto à forma e hábito alimentar, ou seja, é praticamente outra espécie, na qual é classificada como Lambari-de-tanga-amarelo, jovem, fêmea.
Essa espécie se alimenta somente de dodôs, pois são presas fáceis para o lambari. Vivem no banhado, local propício para os lambaris, onde podem caçar e acasalar-se. Eles são animais um tanto quanto ágeis e fortes, difíceis de ser capturados. Segundo o Dr. Trinkel, foi preciso contratar um pescador da província chinesa que consegue atrair tais animais para perto de si usando apenas bolhas de ar insufladas de gás, as quais promovem flutuabilidade ao pescador atraindo assim os animais possibilitando sua captura.
De acordo com Trinkel, sua vocalização assemelha-se ao rugido de um leão, que pode ser ouvido até mesmo fora d’água, e segundo ele é extremamente assustador. Os lambaris não possuem dentes, mas sua mandíbula é capaz de arrancar dilacerar um dodô, e com certeza é um dos ataques mais vorazes da natureza. Tem olhos grandes e vermelhos que proporcionam ampla visão, mesmo em locais aonde a luz não chega. É um animal de aparência e cheiro nada agradáveis, o que lembra muito um chiqueiro.
De acordo com seus diagnósticos, Dr. Erick Gonçalves e sua equipe fizeram análises da espécie em laboratório, e concluíram que ela possui peculariedades que só há nessa espécie. Com base nisso foi feita a dissecação do individuo com intuito de entender um pouco mais de sua ecologia.
Embora isso nos alerte sobre tal situação, deve-se ter um pouco mais de cautela, pois o nicho ecológico tende a se manter estável graças à outra espécie endêmica do local, essa um tanto quanto misteriosa. Só se sabe que é chamado de Pirarucu-matino.


Foto do Lambari-de-tanga-amarelo, junto com a equipe do Dr. Erick Gonçalves.



Foto do Pescador, Yoki-Jun Tsu, no momento da captura.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Mais uma espécie descrita na Estação Experimental Barreiro do Soita (Ari Cavalca).

Mais uma magnífica descoberta do Grupo Biomithus S/A.


Em recente trabalho de campo pesquisadores da Biomithus publicaram um artigo que deixou cientistas do mundo inteiro de queixos caídos. Eles descobriram uma espécie que, há mais de 200 anos, foi dada como extinta. Uma família de Dodôs, Raphus cucullatus, foi encontrada na E.E.B.S - Estação Experimental Barreiro do Soita - em Aurora do Iguaçu-PR e para surpresa de todos, até dos próprios pesquisadore, indícios levam a crer que garnde parte das espécies de angiospermas que compõem a flora do local tenham sido germinadas por essas desengonçadas aves. Isso entra em tese devido ao fato de que todas as sementes dessas árvores fazem parte da dieta alimentar dos dodôs. E para comprovar a tese, análises minuciosas mostraram que essas sementes só quebram o estágio de dormência após passagem pelo trato intestinal da ave.
Essa descoberta levou os cientistas a fazerem um apêlo. A conservação e preservação da mata que compõe a importante e renomada estação depende da preservação dos dodôs (e vice-versa), pois sem eles diversas espécies das angiospermas desaparecerão. Mais que isso, os cientistas comprovaram que boa parte da Mata Atlântica pode ser recuperada em pouco tempo - pelo menos dentro de 40 anos - se os dodôs voltarem a fazer parte de sua fauna.
Pensando nisso, os cientistas da Biomithus S/A ja estão fazendo testes com os dodôs. O renomado Dr. Leonardo Trinkel estabeleceu uma espécie de contato com as aves através da sua capacidade de vocalizar com elas. Ele emite um som muito parecido com o canto dos dodôs e isso os atrai. Com isso, Trinkel é capaz de chamar, alertar e levar essas aves a qualquer lugar que seja, inclusive estimular os dodôs a se acasalarem. Isso evita qualquer tentativa de manter os animais em cativeiro. De acordo com Trinkel, as estimativa para que essa pequena familia chegue a uma quantidade minima de individuo capazes de iniciar o reflorestamento da Mata Atlântica é de 2 anos, devido a implantação de aparelhos de som por toda a mata que emitem, em horários pré determinados, a vocalização que estimula o acasalamento.
Em entrevista com o pesquisador Dr. Erick Gonçalves, responsavel pelo estudo sobre a ecologia dos dodôs, relatou que: "É importante lembrar que a extinção de uma espécie não se dá sem efeitos nocivos sobre outras espécies. A extinção dos dodôs no século XVII levou a extinção de uma espécie de árvore chamada "Calvária", que só germinavam nas Ilhas Maurício, Reunião e Rodrigues. Hoje existem apenas 13 árvores de Calvária no mundo. As que resistem têm mais de 300 anos de idade. Sem os dodôs, essas árvores estão prestes a desaparecer para sempre."


Foto tirada por uma das cameras trap instaladas por Jean Pava, estagiário do Departamento de Tecnolgia em Captura de Imagens da Biomithus S/A.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Equipe BioMithus S/A!

A equipe BioMithus S/A é sem dúvida umas das mais brilhantes do Mundo. Isso tudo se deve a máxima dedicação da equipe que busca a perfeição sempre, trabalhos na área de genética, taxonomia, tricologia, embriologia, zoologia, entre outras áreas estão sendo realizados em seus laboratórios de mais alta tecnologia localizados em Aurora do Iguaçu-PR, Brasil, que onde é feito o trabalho de campo, e com isso facilita sem dúvidas nenhuma o trabalho desses magníficos pesquisadores que serão anunciados a vocês Leitores.
Responsável pela classificação e identificação dessas espécies, Dr. Erick Gonçalves, que tem um vasto conhecimento em diversas áreas, controla o laboratório de Genética e um dos sócios fundadores da BioMithus S/A, tem vários trabalhos em andamentos que serão divulgados em breve por essa revista, um deles é a lendária descoberta do pirarucu-matino, sem dúvida um dos grandes marcos desta equipe.
Um dos grandes é o Willian Morsa, que com s
ua agilidade e persepção aguçada, consegue ver dentre a mata fechada, as mais incriveis espécies dentro os mais variados gêneros, está se especializando na área de bioestatisca, para conseguir ao certo saber a quantidade de espécies existentes na Estação.
Flávia Rodriguez, uma grande zoológa que integra a equipe, responsável pela tricologia, taxidermia e classificação, vem desenvolvendo um trabalho memorável no meio cientifico, chamada para trabalhar em diversos laboratórios do mundo, escolheu a BioMithus S/A como sua segunda casa, e não mede esforços para suas pesquisas.
Único que tem o dom de vocalizar com as espécies, Leonardo Trinkel, busca as mais variadas formas de
sons para interagir com os espécimes de mais dificil visualização, um dos percusores da BioMithus S/A, vem fazendo seu trabalho com bastante suor e sangue, além de vocalização, também é responsável na área de classificação das espécies.

Os laboratórios da BioMithus S/A, são de alta tecnologia, construídos com os próprios recursos de pesquisadores, e com isso não são de grande magnitude, porém são de grande importância para o meio científico.
Estão abertas as inscrições para estágios, quere
mos estágiarios na área de botânica, pois está um pouco defasado. Na área de paleontologia contratamos um estágiario, Joaquim Monobol Buchaim, que nos auxiliará neste assunto.


Laboratório em Foz do Iguaçu-PR




Laboratórios em Aurora do Iguaçu-PR

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Nova Espécie!

Com toda essa onda de aquecimento global, efeito estufa, derretimento das calotas polares, emissão de gases poluentes na atmosfera e tudo mais, certos animais estão tendo a capacidade de poder de certa forma evoluirem, ou na verdade mesmo, surgir novas espécies para o espanto de vários taxonomistas.
A Faculdade Anglo Americano de Foz do Iguaçu-PR, está sendo pioneira nesse assunto de descobrir várias espécies de animais, tendo em vista que a própria possui um local para estudos retirado da cidade, onde é possível encontrar centenas de novas espécie
s, e por isso a Estação Experimental Ari Cavalca - E.E.A.C. é única no mundo inteiro.
Essa nova espécie que foi descoberta por um aluno da faculdade é sem dúvida muito intrigante, afinal não sabemos como é. Seria um misto de gato + jaguar + Lobo Guará (
Chrysocyon brachyurus) = Gato Jaraguara.
Ele possui uma pelagem atípica de outras espécies de felinos, porém não é felino, e essa pelagem vai ser descrita em breve por Flávia Rodriguez, especialista em pêlos da Faculdade, ninguém ainda sabe em qual fase esse animal está, porque já foi visto por um de nossos pesquisadores "pastando" umas briófitas, como também pode ser carnívora, isso varia com a estação do ano.
Toda essa pesquisa está envolvendo pesquisadores que estão trabalhando dia-a-dia na melhor identificação de tal espécie, pois sem dúvida esse é um marco da ciência, um mamífero que tem pais de espécies diferentes, digamos que tem 3 pais, afinal a cruza só se realiza com 3 animais.
Quero agradecer ao Gabriel Gonçalves (G-Pizza) que nos deu essa possibilidade de identificar essa espécie, a
final ele foi o primeiro que viu, e com toda sua clareza conseguiu ver que tal espécie era 3 x 1 e nos deu o nome: Gato Jaraguará.





Gato jaraguara. Ilustração feita por Dougal Dixon, a partir de depoimentos prestados por Gonçalves, G-Pizza, acadêmico de Ciências Biológicas da FAA.


terça-feira, 5 de agosto de 2008

Está no Ar!

É com grande satisfação que está no ar, o blog biomithus, que tem por intuito esclarecer dúvidas, mitos, teorias, dicas, divulgação de novas espécies, tudo que possa ajudar você no seu dia-a-dia.
Isso foi uma idéia de alunos da Faculdade Anglo Americano de Foz do Iguaçu, curso de Ciências Biológicas, que por causa de várias pérolas, se sentiram obrigados a fazer com que todos soubessem, de certa forma uma maneira também de divulgar a nossa instituição para todo o Brasil. Assim não ficaremos só na bobagem, mais sim discutiremos assuntos importantes relacionados ao meio ambiente.