segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Mais uma espécie descrita na Estação Experimental Barreiro do Soita (Ari Cavalca).

Mais uma magnífica descoberta do Grupo Biomithus S/A.


Em recente trabalho de campo pesquisadores da Biomithus publicaram um artigo que deixou cientistas do mundo inteiro de queixos caídos. Eles descobriram uma espécie que, há mais de 200 anos, foi dada como extinta. Uma família de Dodôs, Raphus cucullatus, foi encontrada na E.E.B.S - Estação Experimental Barreiro do Soita - em Aurora do Iguaçu-PR e para surpresa de todos, até dos próprios pesquisadore, indícios levam a crer que garnde parte das espécies de angiospermas que compõem a flora do local tenham sido germinadas por essas desengonçadas aves. Isso entra em tese devido ao fato de que todas as sementes dessas árvores fazem parte da dieta alimentar dos dodôs. E para comprovar a tese, análises minuciosas mostraram que essas sementes só quebram o estágio de dormência após passagem pelo trato intestinal da ave.
Essa descoberta levou os cientistas a fazerem um apêlo. A conservação e preservação da mata que compõe a importante e renomada estação depende da preservação dos dodôs (e vice-versa), pois sem eles diversas espécies das angiospermas desaparecerão. Mais que isso, os cientistas comprovaram que boa parte da Mata Atlântica pode ser recuperada em pouco tempo - pelo menos dentro de 40 anos - se os dodôs voltarem a fazer parte de sua fauna.
Pensando nisso, os cientistas da Biomithus S/A ja estão fazendo testes com os dodôs. O renomado Dr. Leonardo Trinkel estabeleceu uma espécie de contato com as aves através da sua capacidade de vocalizar com elas. Ele emite um som muito parecido com o canto dos dodôs e isso os atrai. Com isso, Trinkel é capaz de chamar, alertar e levar essas aves a qualquer lugar que seja, inclusive estimular os dodôs a se acasalarem. Isso evita qualquer tentativa de manter os animais em cativeiro. De acordo com Trinkel, as estimativa para que essa pequena familia chegue a uma quantidade minima de individuo capazes de iniciar o reflorestamento da Mata Atlântica é de 2 anos, devido a implantação de aparelhos de som por toda a mata que emitem, em horários pré determinados, a vocalização que estimula o acasalamento.
Em entrevista com o pesquisador Dr. Erick Gonçalves, responsavel pelo estudo sobre a ecologia dos dodôs, relatou que: "É importante lembrar que a extinção de uma espécie não se dá sem efeitos nocivos sobre outras espécies. A extinção dos dodôs no século XVII levou a extinção de uma espécie de árvore chamada "Calvária", que só germinavam nas Ilhas Maurício, Reunião e Rodrigues. Hoje existem apenas 13 árvores de Calvária no mundo. As que resistem têm mais de 300 anos de idade. Sem os dodôs, essas árvores estão prestes a desaparecer para sempre."


Foto tirada por uma das cameras trap instaladas por Jean Pava, estagiário do Departamento de Tecnolgia em Captura de Imagens da Biomithus S/A.

2 comentários:

Unknown disse...

Sem dúvida nenhuma o dodo é uma grande esperança para nós da equipe, que tem tido um trabalho cansativo, porém muito gratificante nesta estação. Estou postando diretamente da estação, estou já a 30 dias no meio do mato para conseguir terminar a pesquisa de mais uma nova espécie, essa sim um dos principais predadores do dodo, e se provada essa espécie, caros leitores, estaremos entrando numa era completamente predatória na qual pode influenciar até nós, Seres Humanos.

Unknown disse...

IUAHIUHAUIA
quem é o predador do dodo?