
Em trabalho recente, pesquisadores da divisão de botânica da Estação Experimental Barreiro do Soita, Aurora do Iguaçu-PR, catalogaram uma nova espécie de planta carnívora. Extremamente perigosa, o pé-de-passaí captura suas presas de forma sagaz e violenta, de modo que seus ataques sejam fulminantes. Da classe das dionéias, ela se alimenta, quando jovem, de insetos, pequenos roedores, rãs, pequenas aves como, por exemplo, filhotes de dodôs, e outros animais deste porte, que cruzam seu caminho sem se dar conta do perigo que correm. As adultas, que podem chegar a 1,65 m, são capazes de devorar animais maiores, como uma capivara ou até mesmo um veado.
Algumas características encontradas nessa espécie propõem a ela a classificação de espécie única e endêmica da estação. Uma dessas características é a capacidade de se deslocar por meio de suas raízes e galhos lançados no substrato que, após fixados se contraem, promovendo deslocamento por rastejamento. Essas raízes e galhos, específicos para isso, atuam como apêndices locomotores e entram em ação após estímulo das presas que se aproximam, ou quando se faz necessária a mudança para um local mais favorável à sua homeostase. Outra característica é a preferência pela dieta alimentar de filhotes de dodôs que, conforme publicado em edição anterior, também são endêmicos desse local.
Estudos mais aprofundados já estão sendo realizados, mas os pesquisadores podem afirmar que essas adaptações do pé-de-passaí foram frutos de evoluções adaptativas devido ao ambiente que apresentou-se outrora hostil e devido a intensa competitividade por alimento que levou ao declínio de muitas espécies bases de cadeia alimentar há milhares de anos.
A pesquisadora responsável pela divisão de botânica, Dra. Manuela Arenas Schuchowsky declarou que a descrição da nova descoberta será publicada nesta semana com exclusividade na Biomithus S/A.
Algumas características encontradas nessa espécie propõem a ela a classificação de espécie única e endêmica da estação. Uma dessas características é a capacidade de se deslocar por meio de suas raízes e galhos lançados no substrato que, após fixados se contraem, promovendo deslocamento por rastejamento. Essas raízes e galhos, específicos para isso, atuam como apêndices locomotores e entram em ação após estímulo das presas que se aproximam, ou quando se faz necessária a mudança para um local mais favorável à sua homeostase. Outra característica é a preferência pela dieta alimentar de filhotes de dodôs que, conforme publicado em edição anterior, também são endêmicos desse local.
Estudos mais aprofundados já estão sendo realizados, mas os pesquisadores podem afirmar que essas adaptações do pé-de-passaí foram frutos de evoluções adaptativas devido ao ambiente que apresentou-se outrora hostil e devido a intensa competitividade por alimento que levou ao declínio de muitas espécies bases de cadeia alimentar há milhares de anos.
A pesquisadora responsável pela divisão de botânica, Dra. Manuela Arenas Schuchowsky declarou que a descrição da nova descoberta será publicada nesta semana com exclusividade na Biomithus S/A.
2 comentários:
muito bom trabalho..
é hoje em dia até as plantas estão perigosas..
e como nosso colega matheus falou.
estava mesmo faltando um blog com informações ambientais, valiosíssima para nós..
porque nunca se sabe quando você pode ser atacado com um pé-de-passaí.
té mais..
cada vez melhor em x)
Gostaria de salientar que estamos entrando numa era completamente competitiva entre seres humanos e animais, onde ninguém pode saber até onde isso pode parar. Sem querer alarmar, não podemos deixar de pensar na nova espécie de planta a Venha-Jerivá Venha-Jerivá.
Muito boa a Matéria.
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